Entenda como Balneário Camboriú se mantém no topo do ranking nacional de valorização imobiliária

23 de janeiro de 2026

MERCADO IMOBILIÁRIO

Conhecida como Dubai Brasileira, a cidade catarinense fechou 2025 com a média do metro quadrado em torno de R$ 14.096, quase duas vezes mais alto do que a média nacional. Para o corretor e especialista Bruno Cassola, o município conta com um mercado imobiliário organizado, infraestrutura urbana, altos índices de qualidade de vida, projetos icônicos e escassez de imóveis frente-mar, o que desperta o desejo de viver e investir.

Janeiro, 2026 – Desde março de 2022, Balneário Camboriú mantém a liderança nacional no ranking de valorização imobiliária do Índice FipeZap. O último relatório, divulgado neste mês, aponta o valor médio de R$ 14.906/m², com alta de 7,23% nos últimos 12 meses e variação positiva de 0,48% em dezembro de 2025, desempenho que supera inclusive grandes capitais como Vitória (ES), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). Mas como o município catarinense consegue se manter na liderança há tanto tempo, mesmo quando o cenário nacional atravessa instabilidades? Bruno Cassola, corretor de imóveis premiado e especialista em mercado imobiliário, com atuação estratégica no Sul do Brasil, explica que o resultado é fruto de uma combinação rara de fatores urbanísticos, regulatórios e geográficos.

“Balneário Camboriú é um caso à parte. O Sul do Brasil já conhecia e valorizava a cidade há décadas, mas nos últimos anos ela passou a ser percebida em nível nacional e até internacional. O que vemos hoje é o reflexo de um projeto urbano que deu certo e continua evoluindo”, analisa Cassola.

Parceria público-privada que gera cidade de alto padrão - Segundo o corretor de imóveis, um dos principais diferenciais da cidade está no modelo de desenvolvimento urbano. “Aqui existe uma parceria real entre poder público e iniciativa privada. O empreendedor não apenas constrói, ele contribui com a cidade, seja em infraestrutura, mobilidade ou requalificação urbana. Isso eleva o padrão coletivo e impacta diretamente o valor dos imóveis”, afirma.

Infraestrutura, segurança e qualidade de vida acima da média - Balneário Camboriú reúne indicadores elevados de renda, longevidade, educação e segurança, conforme o especialista. “Cidades no topo do ranking de valorização são modernas, organizadas, com serviços eficientes e segurança, algo decisivo tanto para quem mora quanto para quem investe”.

Escassez territorial e valorização da orla - O fator escassez é central na análise do corretor. “A beira-mar é limitada. Não dá para replicar. Quando você combina escassez de imóveis de luxo frente-mar com demanda crescente, o resultado é valorização contínua”, explica.

Empreendimentos icônicos que projetam a cidade globalmente - Projetos de alto impacto urbano e arquitetônico ampliam a visibilidade internacional da cidade. “Empreendimentos como o Senna Tower, mais alto residencial do mundo, e projetos futuros assinados por nomes renomados já atraem clientes de fora do Brasil, inclusive brasileiros que moram no exterior. Isso eleva o patamar do mercado”, diz o especialista.

Desejo de moradia aliado ao perfil do investidor - Para Cassola, as belezas naturais e a qualidade urbana fizeram com que o município deixasse de ser destino de veraneio. “Balneário virou desejo de moradia e, ao mesmo tempo, um dos mercados mais seguros e rentáveis para investir no país, com alto potencial de valorização”, completa.

Corretor premiado e especialista em investimentos de alto padrão com quase 20 anos de experiência, Bruno Cassola é referência nacional, oferece consultoria personalizada e análises sobre o mercado imobiliário de Balneário Camboriú e da Praia Brava de Itajaí. Mais informações em: https://www.brunocassola.com.br/.

Brava Norte em Itajaí devem liderar a valorização imobiliária no Brasil até 2030

12 de dezembro de 2025

O Novo Eixo de Ouro: Por que a Brava Norte em Itajaí devem liderar a valorização imobiliária no Brasil até 2030

Se você acompanha o mercado imobiliário de luxo, sabe que o Litoral Norte de Santa Catarina não é apenas um destino de férias, mas um fenômeno econômico. Recentemente, especialistas e dados do setor apontam para uma projeção ambiciosa: a Praia Brava, em Itajaí, tem potencial para se tornar o metro quadrado mais valorizado do Brasil até 2030.

Mas o que está por trás dessa subida vertiginosa? Não é apenas a beleza natural, mas uma combinação rara de infraestrutura urbana, escassez de terrenos e um novo perfil de investidor.


A Ascensão da Brava Norte: Exclusividade e Natureza

Enquanto Balneário Camboriú consolidou-se com seus arranha-céus icônicos, a Praia Brava (especialmente o lado Norte) trilhou um caminho diferente. O foco aqui é o "luxo de baixo impacto": edifícios com design assinado, integrados à vegetação nativa e que priorizam a qualidade de vida.

O "Efeito Escassez"

Diferente de outras regiões, a Praia Brava possui uma área limitada para novos empreendimentos. Com a alta demanda e a oferta restrita, a lei do mercado é implacável: o preço sobe.

  • Valorização anual: Em algumas áreas da Brava, o imóvel chega a valorizar acima de 15% a 20% ao ano, superando qualquer índice financeiro tradicional.


Itajaí: O Gigante Econômico que Sustenta o Mercado

Não se pode falar da Praia Brava sem mencionar a força de Itajaí. A cidade detém um dos maiores PIBs do estado e do país, impulsionada pelo Porto de Itajaí e pelo setor logístico/náutico.

  • Polo Náutico: A presença da maior marina do Brasil (Marina Itajaí) atrai o público de altíssimo poder aquisitivo.

  • Qualidade de Vida: Itajaí oferece o equilíbrio entre um centro comercial pujante e a tranquilidade das praias, o que atrai famílias que buscam residência fixa, e não apenas casas de veraneio.


O que esperar até 2030?

A projeção de que a região supere os preços do Rio de Janeiro (Leblon) e de São Paulo (Vila Nova Conceição) baseia-se em três pilares:

  1. Infraestrutura de Mobilidade: Obras como o Binário da Brava e a futura reestruturação da orla prometem melhorar o fluxo e a estética da região.

  2. Multinacionais e Tecnologia: O crescimento de hubs de tecnologia e sedes corporativas em Itajaí gera uma demanda constante por moradias de alto padrão.

  3. Segurança Jurídica e Ambiental: O Plano Diretor rigoroso da região garante que o crescimento seja ordenado, preservando o valor dos imóveis já construídos.

"A Praia Brava deixou de ser uma promessa para se tornar o porto seguro do investidor inteligente. Quem compra hoje, está adquirindo o m² que será o topo da pirâmide nacional na próxima década."


Vale a pena investir agora?

Para quem busca rentabilidade e preservação de patrimônio, o momento é estratégico. Com o início de novos empreendimentos de alto luxo e a valorização constante das unidades na planta, entrar no mercado de Itajaí e da Brava Norte agora é garantir uma fatia do mercado mais promissor do país.

Você está pronto para fazer parte deste crescimento? Explore as opções de imóveis de luxo e descubra por que o futuro do Brasil passa por Itajaí.

BALNEÁRIO CAMBORIÚ

26 de novembro de 2025

4 Estratégias Essenciais para Blindar seu Patrimônio em Anos de Incerteza Política

Em um mercado de capitais que reage intensamente a cada ciclo político, a busca por segurança patrimonial se torna uma prioridade. É notório que o setor imobiliário de alto padrão, como destacado por especialistas, especialmente em nichos de luxo com demanda cativa e escassez, como Balneário Camboriú, se estabelece como um hedge eficiente contra a volatilidade cambial e o chamado "Risco Brasil".

No entanto, para o investidor que busca uma proteção mais ampla, diversificada e com maior liquidez, é fundamental olhar para além de um único segmento geográfico ou ativo. A verdadeira blindagem patrimonial reside na diversificação estratégica.

Abaixo, apresentamos quatro pilares de investimento que complementam a tese do "ativo tangível" e oferecem uma robusta defesa para o seu capital em momentos de incerteza política e econômica:


1. Globalização: O Poder da Descorrelação

O principal risco em anos eleitorais e de transição política é a vulnerabilidade do mercado local a decisões e políticas internas. A estratégia mais eficaz para mitigar esse risco é simplesmente sair do eixo Brasil.

  • Moedas Fortes (Dólar e Euro): Manter uma parcela do patrimônio em moedas de reserva global, como o Dólar americano ou o Euro, é o primeiro passo. Essa reserva funciona como uma apólice de seguro contra a desvalorização do Real em momentos de fuga de capital.

  • Investimentos Internacionais: Buscar ativos descorrelacionados do ciclo político brasileiro. Isso inclui ETFs (Exchange Traded Funds) que replicam índices globais (como o S&P 500 ou o MSCI World), ou até mesmo a compra de ações e títulos de empresas estrangeiras que geram receita fora do país. A performance desses ativos é guiada pela macroeconomia global, e não pela tensão da Selic ou da próxima eleição nacional.


2. Metais Preciosos: O Hedge Histórico

Enquanto o imóvel de luxo é o "tijolo" do presente, o ouro é o "tijolo" que resistiu a milênios. Em cenários de crise, desconfiança institucional ou inflação alta, os investidores historicamente recorrem ao ouro como um porto seguro.

  • Reserva de Valor: O ouro não paga dividendos nem juros, mas é a reserva de valor definitiva. Sua cotação tende a se manter ou subir quando ativos de risco (como ações) caem, pois ele não é atrelado ao balanço de nenhum governo ou empresa.

  • Como Acessar: O investidor pode se expor ao ouro por meio de fundos cambiais, ETFs com lastro no metal ou até mesmo adquirindo o metal físico, embora esta última opção exija mais logística de custódia. É uma peça-chave na diversificação, atuando como um "contra-peso" no portfólio.


3. A Importância Estratégica da Renda Fixa High Grade

Em momentos de alta taxa de juros (como a Selic elevada), a Renda Fixa se torna atrativa. Contudo, a estratégia defensiva não deve focar apenas no rendimento máximo, mas sim na preservação do capital e na liquidez.

  • Títulos de Qualidade e Curto Prazo: Priorize CDBs, LCIs, e Títulos Públicos (Tesouro Direto) com alta liquidez ou vencimentos curtos. O objetivo aqui não é multiplicar o capital, mas sim estacioná-lo com segurança e rendimento real (acima da inflação), mantendo a capacidade de movimentá-lo rapidamente.

  • Inflação-Indexed (IPCA+): Títulos indexados à inflação mais uma taxa pré-fixada (como o Tesouro IPCA+) são cruciais. Eles garantem que seu poder de compra não será corroído pela inflação, que muitas vezes é um efeito colateral de incertezas fiscais e políticas.


4. Liquidez é Soberania: A Estratégia do "Cash is King"

O maior erro em tempos de incerteza é ter todos os ativos "travados". A volatilidade de anos políticos não traz apenas riscos; ela gera oportunidades para quem tem capital disponível.

  • Reserva Tática: Mantenha uma porção do seu capital em alta liquidez (o famoso cash) ou em investimentos de resgate imediato. Quando o mercado sofre correções abruptas devido a notícias políticas inesperadas, os ativos de qualidade ficam "em promoção".

  • Vantagem Competitiva: Ter liquidez permite que você atue como um "comprador de crise", adquirindo ações, FIIs ou até mesmo imóveis (o próprio segmento de luxo) em preços descontados, enquanto a maioria dos investidores está paralisada ou vendendo em pânico.

Conclusão:

Blindar o patrimônio em anos eleitorais é um exercício de disciplina e diversificação. O tijolo, seja em Balneário Camboriú ou em outro polo de alta demanda, é uma âncora excelente. Mas ele não deve ser a única. Combinar a resiliência dos ativos tangíveis com a segurança global e a reserva tática em caixa é a verdadeira estratégia de capital que protege seu futuro contra qualquer ciclo político.